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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bright Star

Bright star, would I were stedfast as thou art--
Not in lone splendour hung aloft the night
And watching, with eternal lids apart,
Like nature's patient, sleepless Eremite,
The moving waters at their priestlike task
Of pure ablution round earth's human shores,
Or gazing on the new soft-fallen mask
Of snow upon the mountains and the moors--
No--yet still stedfast, still unchangeable,
Pillow'd upon my fair love's ripening breast,
To feel for ever its soft fall and swell,
Awake for ever in a sweet unrest,
Still, still to hear her tender-taken breath,
And so live ever--or else swoon to death. 
                                                                                - John Keats 

sábado, 14 de agosto de 2010

Os bons morrem jovens

Nunca fui muito com a cara e aquele jeito depressivo do Renato Russo, nunca gostei daquelas músicas dele, mas uma delas, eu fui obrigada a gostar, por concordar com o que ele disse.
"Os bons morrem jovens... Assim parece ser quando me lembro de você, que acabou indo embora... Cedo demais...”
É. Cedo demais, ainda não acredito no que aconteceu. Tragédias: Sempre pensamos que jamais acontecerá com a gente, mas a vida é estranha, chegamos ao mundo sabendo que um dia iremos morrer nos imaginamos bem velhinhos morrendo, mas nem sempre é assim.
A vida parece fazer questão de nos tirar pessoas tão importantes cedo demais, isso nos faz perder a vontade, de fazer o que fazíamos antes, perdemos a vontade de sorrir, de viver normalmente, ficamos a todo tempo pensando... "Como seria minha vida, se ele ainda estivesse aqui? Como seria o nosso futuro?" Você começa a se sentir insignificante, sente uma dor tão insuportável, e não conta para ninguém, finge ser forte, força sorrisos, dizendo sempre que tudo está bem, que não há nada de errado, mas você sabe que tem sim, aliás, tudo está errado, não era pra ser assim... E todos os planos pro futuro? E todos os sorrisos que estavam por vir? E todo aquele amor? 

Morte!

Essa palavra não sai mais da minha cabeça, de repente tudo ficou escuro, e eu me vejo aqui sozinha, sem poder dizer nada, às vezes me assusto relembrando de antigos pesadelos que tive, parece que se tornaram realidade agora, por que justamente os pesadelos se tornaram realidade? E os sonhos que eu tinha? Nenhum deles se realizará? Meus sonhos? Estão aqui despedaçados, não consigo ter força, estou mais branca do que já sou, esse tempo frio que sempre gostei, está deixando meu corpo mais gelado do que nunca... E você amor? Você foi embora cedo demais... E eu continuo aqui, lembrando de tudo, de todas as nossas conversas, da primeira até a última, e me arrepio sempre ao me lembrar, que certa vez você me disse... "Eu sempre achei que morreria jovem". Eu lembro que ri e disse que isso era bobeira, que você ia morrer bem velhinho. 
Mas como sempre, você estava certo... "You know you're right".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Why?

"Hey! Why you leave me?"

This is the question that every night I make for me, I don't know where you are, could you please answer this question for me maybe in dreams? I can't stand live without you... Don't you see that? Don't you see that I cried all these minutes? Since the day you're gone, since the day you left me, I know it's not your fault, maybe God wants in this way, maybe because I never was so sad in my whole life, and maybe because everyone needs to pass through bad things, but I don't want this... Not you, not you...
Why? I just wanna know why...
Please, don't you hear me? Look to my sadness, it's in my eyes, in my tears...

domingo, 8 de agosto de 2010

Final feliz?

Paola, é uma jovem garota que vive em Milão, Itália. Sua família não é digamos do tipo "conservadora" mas a regra da casa era: "Se quiser namorar, apenas depois dos seus 18 anos, um namorado católico que frequente a igreja, sem tatuagens, sem brincos..."

Fabio, é um rapaz de Nápoles que estava morando em Milão por um determinado tempo. Não frequentava igreja, a primeira vista o chamaria de "headbanger", mas ele era diferente, algumas tatuagens o rock como estilo de vida, mas um lado romântico e carinhoso que nem ele mesmo sabia que tinha.
     
          Em uma tarde bem ensolarada de sábado Paola decidiu andar pela rua, e aproveitar aquele lindo dia, ela se encontrou com um antigo conhecido chamado Francesco, eles nunca conversaram muito, mas naquela tarde passaram a conversar e então ele teve a idéia de apresentá-la a alguns amigos que estavam em sua casa. Chegando lá havia um rapaz tocando violão, simplesmente lindo, Paola ficou ali o admirando, cada gesto daquele rapaz a impressionava, e ela observava tudo, e ele não havia levantado a cabeça, ficava ali, olhando pro seu instrumento, e a menina boba estava como se hipnotizada, quando de repente escuta uma voz linda e marcante cantando em um tom bem baixo... "So close no matter how far..." 
Ela ficou ainda mais impressionada, era uma de suas músicas favoritas da banda Metallica, a cada verso que ele cantava ela estava o acompanhando em voz ainda mais baixa, a única coisa que desejara naquele momento ainda em pé em frente ao rapaz, era que ele levantasse a cabeça, para ver o rosto de quem ela estava encarando há alguns minutos, quando a música já estava no final, ele levantou a cabeça bem devagar e disse como num sussurro. "Forever trusting who we are, and nothing else matters..." Ele olhou bem nos olhos de Paola, que estava ali, petrificada, em pé sem se mexer, ela tão tímida ficou vermelha, e depois de perceber que ele estava a olhando desviou o olhar para o chão, veio em sua direção e disse com um belo sorriso no rosto. _Prazer, Fabio! Gosta de Metallica?
 _Prazer Fabio! Meu nome é Paola, sim adoro Metallica! E essa música é maravilhosa._ ela disse ainda com vergonha por ter o encarado por tanto tempo.
Eu não sei o que houve naquele momento, ninguém sabe, mas parecia ter surgido uma grande amizade, eles ficaram horas conversando, rindo, discutindo sobre músicas, bandas que gostavam, futebol e tudo, uma química muita da estranha estava em reação naquele momento, e assim os meses foram passando e a cada dia eles estavam mais unidos, mais amigos, sabiam tudo da vida do outro, nada era escondido.
          Paola era aquela garota comum, magra, da pele branca, de olhos castanhos escuros, no mesmo tom dos cabelos, meio ondulados, com alguns cachos nas pontas, e Fabio, aaaah Fabio era lindo. E Paola nunca falava, mas sabia que na sua mente, o que estava pensando era isso, era alto, bem branquinho cabelos e olhos castanhos, um rosto perfeito, lábios pequenos e carnudos, ela o amava, mas não admitia isso por nada nesse mundo.

          Em uma das tardes que sempre se encontravam foi diferente, ela notou que ele a olhava de outra forma, não era o mesmo carinho de antes, parecia haver algo novo em seus olhos, e ela sempre da mesma forma tímida, sentaram-se um ao lado do outro em meio a todos os seus amigos ele começou a encará-la e isso estava a incomodando.
_Para de me olhar assim, tô começando a ficar com vergonha. _ disse Paola.
_Desculpa!_ ele disse, colocando uma de suas mãos no rosto dela a acariciando. _ Eu nunca te falei, porque você é tímida e tenho certeza que vai corar agora, mas eu acho tua boca linda._ ele foi deslizando os dedos contornando os lábios dela.
Ela não sabia o que fazer ficou imóvel por um tempo e disse rindo.
_Ah adivinhou que eu ia ficar com vergonha.
 Ele sorriu e a puxou pelo braço. _ Vem, preciso falar com você!_ Ele disse a guiando para a rua, que estava “deserta”, não via ninguém, só as casas quietas e as árvores, ele a segurou pela cintura e se aproximou bem ao corpo dela, uniu seus lábios aos dela e a beijou, ela "queria" se afastar, mas seu corpo não deixava, foi um beijo doce, carinhoso, e ao mesmo tempo de tirar o fôlego, e tudo o que se passava pela cabeça dela era: “Pronto, agora não tem jeito, eu realmente gosto dele.” Depois do beijo ela ficou cheia de vergonha como sempre, mas o tempo foi passando e eles estavam cada vez mais amigos, sim amigos, sempre “namoravam” escondidos, mas antes de tudo, ainda eram amigos, tudo estava tão bem ele sempre tão carinhoso, ela foi perdendo a timidez e foi às vezes tão rude, sim a garotinha tímida era rude ao extremo em determinadas horas, mas as coisas mudaram, Fabio disse que, voltaria a morar em Nápoles. Ele tinha a vida dele lá e ela aqui em Milão não podiam mudar isso, Paola tentou não demonstrar que estava triste, tentou ser indiferente como várias vezes parecia ser mas não conseguiu, uma lágrima caiu, e ele secou suas lágrimas, e a beijou se abraçaram bem forte e assim ele foi, voltou pra casa dele, e Paola? Bom, não ficou nada bem, houve dias em que não conversava com ninguém, houve dias que ela fingiu para todos que estava bem, só pra não a perguntarem o porquê dela está tão triste e tão calada, os meses foram passando e eles sempre mantinham contanto por celular e internet, já era novembro e desde junho não se viam de verdade, mas ele voltou e veio vê-la , estavam tão felizes. 

          Fabio estava ali de novo, perto de Paola, e já fazia tanto tempo que não se encontravam, ele continuava carinhoso, falava sempre o tanto que a amava, e ela não conseguia dizer nada, era um problema expor sentimentos, depois de muitos abraços ele ficou apenas alguns dias e voltou, mas dessa vez ela soube suportar melhor, porque tinha certeza que ele iria voltar pra ela. E foi assim ele sempre voltava ficava algumas semanas e depois partia e foram anos juntos assim já faziam seis, e ela jamais havia falado quanto o amava, o quanto ela não conseguia não parar de pensar nele, então decidiu dizer tudo isso quando ele finalmente depois de muitos meses voltou.   

          Ele a entregou um bilhete com um poema que fizera pra ela, as lágrimas já escorriam pelo rosto de Paola, e isso deu ainda mais forças pra ela dizer tudo o que sentia por ele.
_Eu nunca te disse o que eu realmente sinto por você, nunca disse nem um terço de tudo que você merece ouvir, sempre que diz que me ama, eu ou não falo nada ou digo apenas um “eu também” e eu vejo nos seus olhos, que não era isso o que gostaria de ouvir, e eu agora tô aqui te pedindo desculpas por ser tão burra de não ter te falado tudo isso antes, e sempre deixar tudo ficar subentendido... Eu te amo Fabio! Muito! Você não imagina o quanto, eu te amo desde sempre, desde o dia que eu te vi, e sempre neguei isso pra mim mesma, mas no fundo eu sempre soube que te amava, e te peço de novo desculpas, eu já devia ter falado isso há muito tempo, e quero te agradecer, por ser tão carinhoso comigo, que sou uma chata, esse meu temperamento às vezes difícil eu sei e você sempre paciente, com tudo, sempre soube me esperar, sempre me apoiou, me deu conselhos, me abraçou quando eu estava triste, e muitas vezes eu deixei seu ombro molhado de lágrimas, e em certos dias eu penso se existe mais algum cara como você, porque eu sempre escuto minhas amigas dizendo que homem não presta que são todos iguais, mas quando eu penso em você, não o vejo igual a todos, e eu sim sou muito sortuda, por ter você na minha vida, porque apesar de na grande parte do tempo estarmos longe, quando eu te tenho por perto me sinto muito bem e é isso, só isso que eu queria te dizer... Eu te amo muito! E tô repetindo tanto porque me sinto mal por nunca te responder da mesma forma. Ela suspirou fundo, enxugou as lágrimas e ele estava ali na sua frente e a abraçou bem forte, parecia não estar acreditando em tudo que acabara de ouvir.
_Eu nunca pensei que você um dia, ia me dizer tudo isso, não sabe como eu tô feliz minha pequena, minha somente minha, eu te amo muito e só sei pensar em você sempre, e não precisa me agradecer por nada, porque as coisas que eu faço são pensando sempre em você, pensando sempre no sorriso que você vai me dar.

          Eles ficaram ali, juntos pelo resto da tarde, matando toda a saudade, se abraçando se beijando, mas infelizmente chegou o dia que ele foi embora e se despediram, eles sempre choravam sim, não aguentavam, todas às vezes parecem ser as últimas que irão se ver. Ela o segurou na nuca e o abraçou bem forte, e ele sussurrou no seu ouvido uma música do Elvis, disse calmamente e pausadamente como se estivesse recitando apenas pra ela... “Love me tender, love me dear, tell me you are mine. I'll be yours through all the years, till the end of time. Love me tender, love me true, all my dreams fulfilled. For my darlin' I love you, and I always will.”
Ela o abraçou ainda mais forte, se beijaram, não foi um beijo comum, não queriam se soltar, não queriam mais uma vez ter que se despedir, tudo estava tão bom daquele jeito, mas não dava mais, ele tinha que voltar, a última frase que disse a ela foi: “Nunca se esqueça de mim, por favor! Eu te amo muito e pra sempre”. Então ele foi para o carro e pegou a estrada indo pra casa.
          Os dias foram passando, ele sempre ligava, sempre estava no msn, eles sempre conversavam, todos os dias. No dia 23/06/2010 logo pela manhã Fabio ligou para Paola.
_Bom dia amor! Só falta um mês, um mês pra pararmos de esconder, e eu vou aí conversar com seus pais, um mês pro seu aniversário de 18 anos, eu nem acredito, até que enfim, você vai ser minha, sem ter que esconder de ninguém. Sabe que eu tô igual presidiário né? Contando os dias, as horas, eu te amo tanto, tanto!
_Bom dia amor! É Você tá mais entusiasmado com o meu aniversário do que eu mesma, tô com um pouco de medo, sabe que odeio aniversários né? Mas esse vai ser dierente, chocante, porque eu sei que meus pais vão te julgar pelas tatuagens, e todo esse teu jeito de ser que eu adoro, mas não me importo a gente tá junto nessa! Eu também te amo tanto amor!
Eles desligaram o celular, Fabio iria para praia com sua família naquele dia.

Depois disso algo aconteceu, ele sumiu, não ligava mais, não aparecia na internet, ele simplesmente sumiu já faziam duas semanas e nada, ela ligava desesperada pro celular dele e nada. A todo o momento ela pensava que ele tinha enjoado dela, que foi tudo uma mentira, que ele estava com outra e a esqueceu. Chegou dia 23 de julho, e ele que era sempre o primeiro a ligar pra Paola, dessa vez não ligou, ela estava arrasada não sabia mais o que pensar, ele realmente sumiu e não teve  a mínima vontade de explicar pra onde foi... Dia 2 de agosto ela escuta seu celular tocando, e vê o número dele a ligando, pensa em atender e dizer o quanto estava irritava com tudo aquilo, mas apenas atendeu com uma voz indiferente dizendo "alô?", mas era uma voz de mulher, era a mãe dele que estava no celular e não ele.
_O que houve Dona Giulia?_ Paola disse já preocupada, pensando em muitas coisas, por que ela a ligaria assim do nada, depois do sumiço de Fabio?
_Olha isso não é fácil de dizer, tentei te ligar antes, mas não tive forças, não fui capaz e eu sinto muito, sei que deve está querendo saber o que aconteceu_ ela disse num tom baixo e triste.
_O que aconteceu?
_Olha Paola, o Fabio... _ ela interrompeu, e parecia está chorando e aquilo já deixava Paola muito ansiosa pra saber o que tinha acontecido com ele, com o Fabio aquele que ela tanto ama, e então Giulia continuou_ Nós fomos a praia, eu e meu marido, duas horas mais tarde o Fabio foi no carro dele, ficamos por lá um bom tempo, e quando já estava quase anoitecendo e ele louco pra ir pra casa, queria te ligar, e aonde estávamos o celular não sei porque não estava funcionando, ele pegou o carro e saiu pela estrada, e nós a uns metros atrás dele, foi tudo tão rápido, um caminhão perdeu o controle e bateu com tudo no carro dele e nós vimos tudo._ ela disse já em prantos.
_O que? Não, não!_ Paola disse totalmente descontrolada já gritando. _ Mas ele vai ficar bem né? Ele tá no hospital, me fala, pelo amor de Deus, diz que está tudo bem com ele!
_Não Paola, não está!_Ela chorava ainda mais. _ Chamamos os bombeiros pra retirar ele de lá, mas havia perdido muito sangue.
_PARA! Diz que isso é mentira! Que ele tá enjoado de mim e inventou isso, por favor, não faz isso comigo. _ Paola chorava tanto, não conseguia parar não conseguia acreditar naquilo.
 _Não, não é mentira, jamais inventaria a morte de alguém muito menos do meu filho, 40dias que eu não saio de casa, 40 dias que eu não falo com ninguém direito, eu te liguei, porque me senti no dever de te contar, é difícil pra mim ter que repetir tudo que vi, eu sei que você o amava demais e ele te amava também muito. Aqui no quarto dele tem tantas fotos suas, tantos textos que ele fez pra você, tantas coisas que ele queria te mostrar. Você tem que vir aqui, ver o quanto ele te amava...

_Eu não tô acreditando que isso tá realmente acontecendo. Desculpa eu não consigo falar nada, tá doendo!
_Tudo bem! Eu não estou bem, e não vou conseguir te confortar chorando tanto quanto você. _Giulia disse chorando muito e continuou_ Quando ainda estávamos na praia perguntei por você, e ele abriu um sorriso tão lindo, todas as vezes que ele falava o teu nome, dava pra notar o quanto ele te amava, o quanto sentia sua falta, ele disse desse jeito nunca vou me esquecer: "Ela é diferente, de um jeito que não se explica facilmente, e só de olhar ou ouvir a voz da minha Paola, eu sei que é só dela que eu preciso pra ficar feliz e mais nada."

          Paola estava soluçando de tanto chorar não conseguia falar nada e Giulia continuou a falar tentando confortá-la de alguma forma, mas não adiantou as duas desligaram o telefone chorando, perderam alguém tão importante e especial em suas vidas. Como é possível ficar feliz assim? Como confortar alguém se está tão triste quanto a pessoa do outro lado da linha?
Doía saber que ela nunca mais iria ver o seu Fabio, que ele se foi pra sempre, e ela não pode ao menos se despedir de seu corpo, dóia tanto. Doía não poder contar isso pra sua família, ela não queria se explicar, não queria ter que contar em detalhes todo o acidente, não queria sofrer ainda mais, preferiu sofrer sozinha, escondia o máximo que podia de todos, e quando se via sozinha no escuro de seu quarto chorava... Tentando acreditar que tudo aquilo era mentira.


          Como isso era possível, Deus, como? Eles estavam tão bem, tão alegres juntos e ele se foi assim, tantas pessoas más no mundo, e ele sempre tão carinhoso, sempre tão sorridente se foi... E nada pode mudar isso, quando as coisas estavam próximas de ficarem certas entre eles, o sonho terminou devido a um acidente, uma tragédia...
É o que dizem...  

"Finais felizes são para histórias que ainda não terminaram."


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Eterno pesadelo

Alguém, por favor me acorda!
Eu quero acreditar que nada disso está acontecendo...
Eu prefiro me iludir e dizer que é mentira, que você não se foi...
Diz que não é verdade, quero ouvir dos seus lábios...
Vem me dizer que ainda está aqui...
Vem me acordar desse pesadelo. Por favor!